sexta-feira, 7 de setembro de 2007

O Rio


Uma gota de chuva
A mais, e o ventre grávido
Estremeceu, da terra.
Através de antigos
Sedimentos, rochas
Ignoradas, ouro
carvão, ferro e mármore
Um fio cristalino
Distante milénios
Partiu fragilmente
Sequioso de espaço
Em busca de luz.

Um rio nasceu.


Vinicius de Maraes
http:Poesia

2 comentários:

avelaneiraflorida disse...

E aqui encontro a minha preciosa Àgua!!!!

Que bom, Amiga Fátima!!!
Assim a noite vai ser tranquila...
Bjks

ZezinhoMota disse...

Fátima.

Uma bela escolha.

Gostei imenso.

Bom fim de semana.

Bjnhs

zezinhoMota